segunda-feira, 31 de março de 2014

Piadas secas hihihihihi

No hospital, diz o médico:
- O senhor é o dador de sangue?
- Não, eu sou o da dor de cabeça!

Onde é que os micróbios fazem surf?
No microondas.

Qual é a diferença entre uma freira e um mercedes?
A freira reza e o mercedes benz.

Qual é o animal mais antigo do mundo?
É a zebra, que ainda é a preto e branco

Porque é que o canguru entrou para a universidade?
Porque tinha bolsa.

Porque é que o comboio não tem rodas de borracha?
Para não apagar as linhas!

Como é que se mata uma planta?
Fazendo-lhe a folha.

Sabes porque é que a água foi presa?
Porque matou a sede.

Qual é a neta do Super Mário?
A marioneta.

Qual é o contrário de Skate?
Molhei-te!

O que é um brinquedo numa cadeira?
Uma brincadeira.

Qual é a arma favorita do Batman?
É a bat-deira!

Qual é a semelhança entre um termómetro e um professor?
Quando marcam zero, toda a gente treme!

O que diz o fósforo à lixa?
- Sempre que passas por mim perco a cabeça!

Qual é a única comida que liga e desliga?
- O Strog-On-Off.

Sabem quando é que os americanos comeram carne pela primeira vez?
- Foi quando lá chegou o cristovão co-lombo.

O que é que uma impressora diz para a outra?
-Essa folha é tua ou é impressão minha?

Dois litros de leite atravessaram a rua e foram atropelados. Um morreu, o
outro não, por quê?
Por que um deles era Longa Vida...

Por que na Argentina as vacas vivem olhando pro céu?
Porque tem "Boi nos Aires"!

Qual é o melhor sogro de portugal ?
Sócrates , pois deixou tudo à nora!!!!

Estava um indivíduo na paragem do autocarro largando puns valentemente e cada vez que o fazia dizia:
- OLÉ!!!
Ao fim de um tempo reparou que ao seu lado estava uma senhora!!!!!!
Envergonhado perguntou-lhe:
- Desculpe há quanto tempo a senhora está aí????
A senhora indignada responde:
- Olhe desde que a tourada começou!!.

O quê disse a banana suicida?
Macacos me mordam!

O que acontece quando dois bandidos caem ao mar?
Há uma onda de crimes.

Qual o nome do único ser vivo que manda o leão deitar-se?
Um camaleão.

Porque é que os copos gostam de jogar as cartas?
Porque estão lá as copas.

Boa semana


sexta-feira, 28 de março de 2014

Eduardo Sá - 21 receitas para pôr regras no seu filho

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1. As crianças necessitam de regras − coerentes, constantes e claras − sejam elas trazidas pela mãe ou pelo pai.

2. As regras da mãe e do pai, para serem saudáveis, não podem ser (milimetricamente) iguais. Precisam de zonas de tensão, climas duma certa aragenzinha do género: “Querem lá ver que me está a desautorizar...” e de muita manha das crianças: quer quando falam para dentro e, duma forma angélica, presumem que se o pai não disse que não (mesmo que não tenha conseguido discernir a pergunta) é porque está de acordo com ela, quer quando dizem à mãe (tipo cachorro abandonado): “Eu queria uma coisa... mas tu não vais deixar...” (que, depois de repetida três vezes, faz com que qualquer mãe diga “Sim!!!!!!” seja ao que for). Para serem saudáveis, as regras da mãe e do pai não têm que ser um exemplo de unicidade. Precisamente, unicamente, de encontrar nos gestos de um e do outro um mínimo denominador comum.

3. As regras dos pais, ao pé das dos avós, têm sempre “voto de qualidade”. Que as regras dos avós sejam açucaradas é bom; até porque traz contraditório a alguns excessos dos pais. Que em presença de um dos pais, valham as regras dos avós, não há melhor incentivo à confusão.

4. Para as regras dos pais serem apuradas, eles precisam de esgotar, de vez em quando, as quotas de parvoíce a que todas as pessoas têm direito. Pais que nunca se enganam podem ter como aspiração ser bons governantes... Mas são maus pais.

5. Todos os pais, de coração grande, têm (por isso mesmo) a cabeça quente. Exageram, portanto, algumas vezes. Mesmo quando, duma forma ternurenta, mandam as crianças de quarentena para o quarto para pensarem nas asneiras que fizeram (que, à escala do crime económico, vale tanto como desterrar um infrator nas Ilhas Caimão para reconsiderar sobre tudo aquilo que subtraiu à margem da Lei).

6. As regras não se explicam, não se negoceiam nem se justificam. Muito menos, constantemente. Explicação será exceção. A baliza de referência para todas as regras serão os comportamentos dos pais: não é credível que os pais exijam aquilo que eles próprios, um com o outro ou com terceiros, não façam, regularmente.

7. As regras exigem-se. Não se solicitam. E essa exigência deve fazer-se de forma firme e serena.

8. Às regras não se pode chegar depois de muitas ameaças, admoestações ou avisos. E, muito menos, com decibéis em excesso ou na companhia dum olhar assustado por parte dos pais. Se fosse assim, os pais exigiriam serenidade e bom senso com a boca e alarmismo, inflamação e ira, com o seu olhar (ora hostil ora assustado). E, num caso desses, as crianças assustar-se-iam e, em função disso, tenderiam a reagir como um animal encurralado...

9. Autoridade é um exercício de bondade. Exercê-la a medo é pedir desculpa por ser bondoso.

10. Depois duma criança ser avisada duas vezes, as regras dos pais têm de se cumprir. Isto é, têm mesmo de ser levadas a efeito. Ora, se os pais avisam e não cumprem, se avisam e reagem a uma falha com mais avisos, ou se avisam e, de seguida, são desmedidos no exercício da sua justiça, tudo fica confuso e inconsequente.

11. Os pais não podem zangar-se como quem promove pagamentos por conta. Na versão do velho Oeste isso significaria: dispara primeiro e pergunta depois. Isto é: não podem zangar-se por antecipação, na esperança de que isso promova a justiça. E não podem, diante duma mesma infração, hoje, zangarem-se e, amanhã, nem por isso. Porque, ao acumularem zanga, deixam passar situações que precisariam de ser claramente repreendidas para que reajam, mais tarde, diante doutras quase insignificantes. À escala da política tributária, isso significaria zangas com juros de mora. E ninguém consegue ser justo cobrando juros sobre juros a quem quer que seja...

12. Sempre que os pais se sentem muito magoados diante dum qualquer ato dum filho, estão proibidos de reagir num impulso. É melhor parecerem vacilar em tempo real e, depois da mãe e do pai conferenciarem, mais logo, ao jantar, a coima ser clara e inequívoca.

13. A regra será: sempre que o comportamento dos filhos magoe os pais eles estão obrigados a reagir. Sempre! Magoar os pais e não ter − numa repreensão, num castigo, ou numa palmada no rabo, excecional − uma forma de sinalizar o mal que se faz aos pais, através, da dor, como um interdito, é acarinhá-lo, por omissão. No entanto, nenhuma criança se torna má sem que os pais - por aflição, por exemplo - não promovam, sem querer, várias maldades.

14. Atribuir-se a culpa dos atos duma criança ao outro dos pais ou aos avós, por exemplo, é uma forma de fugir à responsabilidade. Em caso de dúvida em relação às regras da mãe e do pai, ou dos pais e dos avós, todas as crianças elevam a fasquia das asneiras, na ânsia de verem os pais, sempre que elas passam por um nível seguinte, a conseguirem ser justos.

15. Diante das asneiras das crianças, vale pouco que os pais abusem nos castigos. Se os castigos forem ocasionais e adequados à infração, nada se perde. Se forem desmedidos ou repetidos são insensatos. Na verdade, sempre que os pais dominam a situação, em tempo real, os castigos deixam de ser precisos logo que os pais passam de verde para amarelo.

16. Se os pais exercem a autoridade a medo, assustam. Pais assustados, tornam as crianças assustadiças. Isto é, capazes de reagir de forma desafiante sempre que se sentem encurraladas entre os seus medos e os medos dos pais.

17. Se os pais exercem a autoridade de forma pesada e deprimida, assustam, também. Porque à tristeza contida dos pais chama-se hostilidade. E essa hostilidade, associada a um ralhete, onera uma repreensão com sobretaxas que se tornam enigmáticas (e injustas) para as crianças.

18. Se os pais, em vez de se zangarem, ameaçam que ficam tristes, estão a dizer às crianças que elas os magoam (e isso, regra geral, elas já sabem). E, claro, que são de porcelana, quando se trata de as proteger e reagir. Pais deprimidos são, por isso mesmo, mais abandónicos do que parecem. São amigos do queixume, mas pouco pais, portanto.

19. Se os pais não se zangam mas amuam, estão a fazer duma família uma escola de rancores. Rancor é ressentimento e ira, numa relação de dois em um. E isso torna os pais mais assustadores do que quando se esganiçam e exageram.

20. Por tudo isto, é claro que por trás duma criança difícil está um adulto em dificuldades. Mas por trás duma outra exemplar estão pais mais ou menos tirânicos. Da mesma forma, por trás duma criança certinha está alguém mais ou menos assustado que, por exigências exageradas, ainda não pôde experimentar que a função fundamental dum filho é pôr problemas aos pais.

21. A autoridade é um exercício de bondade. Aceita-se quando nos chega pela mão de quem nos ama ou das pessoas que admiramos. Mesmo que as crianças, num primeiro momento, a desafiem, que é uma forma de, por cada não (“não me doeu”, “não ouvi”, e assim sucessivamente) afirmarem (que ela só tem sentido) duas vezes. Seja como for, a autoridade pressupõe sabedoria, bondade e sentido de justiça. E nenhuma criança, nenhuma mesmo, a rejeita. Mesmo que ela chegue mediada por alguma dor. Ninguém aprende sem alguma dor.
Como eu gosto dizer, a dor é o sal da sabedoria.
Escrito por Eduardo Sá

Jovens portugueses preocupados com sucesso escolar.


A principal preocupação dos jovens portugueses é o sucesso escolar, mas os alunos do 3.º ciclo também andam inquietos com o futuro profissional, a sua aparência e a morte, revela um estudo realizado a dois mil estudantes, revelado pela agência “Lusa”.
A Associação EPIS - Empresários pela Inclusão Social realizou um estudo sobre as expectativas, preferências e capacidades de 1963 alunos, com idades compreendidas entre os 12 e os 14 anos, que frequentam o 3.º ciclo.
Segundo o inquérito, realizado no final do ano passado, a primeira preocupação dos jovens é o seu sucesso na escola (70%): tanto rapazes como raparigas têm esta mesma preocupação, existindo apenas pequenas diferenças entre os que têm bons e os que têm maus resultados (69% e 73%, respetivamente).
Os jovens andam também preocupados com o futuro profissional (58%), a sua aparência (38%), a morte (32%) e com o facto de não terem amigos (19%), revela o inquérito realizado em 18 concelhos.
A mudança de escola e o desemprego (14% em ambos) também fazem parte das situações que mais desassossegam os alunos portugueses. Os resultados do estudo «parecem indicar que os jovens se preocupam de uma forma bastante homogénea quanto à sua vida futura, sejam rapazes ou raparigas, sejam melhores ou piores alunos. Ou seja, em abstrato, os jovens parecem sonhar de modo bastante semelhante a sua realização pessoal, que entendem passar pelo sucesso escolar e pela escolha de uma profissão», conclui Diogo Simões Pereira, diretor-geral da EPIS em declarações à “Lusa”.
No entanto, existem diferenças próprias de se ser rapaz ou rapariga. Eles preferem o desporto (68%), a informática (37%) e a música (33%) enquanto elas gostam mais de música (47%), desporto (34%), artes visuais (23%) teatro (20%), saúde (32%) e educação (20%).
No que toca à ocupação dos tempos livres, os números do inquérito indicam que três em cada quatro rapazes gostam de fazer desporto e jogar computador e 35% gosta de ouvir música (35%). Já entre as raparigas, metade diz que gosta de ouvir música, havendo um grupo mais pequeno que gosta de estar com amigos (36%) e ligar-se às redes sociais (33%).
Também sobressaem diferenças quando se questiona os jovens quanto às suas expectativas de futuro, tendo em conta as suas notas, já que os bons alunos acreditam mais na sua capacidade de poderem viver e trabalhar em Portugal. Apesar de se mostrarem preocupados quanto ao seu futuro, um em cada três (37%) ainda não sabe que profissão gostaria de ter. Entre os que já se debruçaram sobre o assunto, destacam-se apenas duas profissões: desportista (9% das respostas) e médico (8%).

In revista Pais&Filhos 

Almas precisam de sorrisos, afetos, energia boa, canções alegres. Não precisam de mágoas para guardar. 
Almas precisam de laços, conexões, encontros e encaixes. 
Não precisam de gente que vem e vai embora sem ao menos se importar. 
Almas precisam de abrigo, de amigo, de carinho, de cheiro bom, de abraço apertado e colo aquecido. 
Não precisam de inquietação, abandono, nem de ruído. 
Almas precisam de leveza e profundidade, de peso e personalidade. Eu diria que - em toda parte! 
( Aline M. Abdalah )


segunda-feira, 24 de março de 2014

DIA DO ESTUDANTE - 24 de março

Hoje é Dia Nacional do Estudante! Foi instituído em 1987 pela Assembleia da República e celebra-se sempre a 24 de março.
Para quem ainda estuda, um bom dia do estudante! Para quem já não anda na escola, hoje é um bom dia para recordar os tempos da sebenta, do compasso e das brincadeiras atrás do pavilhão! 


sexta-feira, 21 de março de 2014

LISBOA TEM MAIS HISTÓRIAS PARA CONTAR...






O Terreiro do Paço foi palco dos maiores factos da História de Portugal e hoje é, também, o ponto de partida para uma das mais fascinantes viagens no tempo: o trajeto  pelos dramas, paixões e glórias de uma das mais antigas cidades do mundo.

Ao longo de 60 minutos de percorrem-se mais de vinte séculos de factos, mitos e realidades conduzidos por muitos e diferentes personagens multilingues. São eles que nos dão a conhecer verdadeiros heróis como o mítico Ulisses ou o reformador Marquês de Pombal; nos fazem viver o drama do mais destrutivo terramoto da Europa ou assistir à exótica cidade do tempo das descobertas. 
O novo Lisboa Story Centre é um verdadeiro banho de história, divertimento e emoção.

Fica em plena Praça do Comércio, como também é conhecido o Terreiro do Paço, essa fantástica praça de Lisboa que está cada vez mais bonita. Num espaço público cheio de história há, agora, a possibilidade de fazer uma fantástica viagem no tempo e conhecer a história de uma das cidades mais antigas do mundo: Lisboa.

O centro interpretativo da história de Lisboa conjuga tecnologia multimédia com rigor histórico, por isso, logo à entrada, todos recebem um audioguia (há uma versão infantil para os mais pequenos).

Sem estes audioguias, a viagem não se faz. E que viagem! Começa no tempo dos fenícios, o primeiro povo a ocupar as terras junto à foz do Tejo, e vai até aos dias de hoje. É um passeio pela história de Lisboa que dura cerca de uma hora.

Mas há mais. Nas várias salas vamos conhecendo, por exemplo, os odores das especiarias que motivaram a expansão marítima portuguesa, numa sala que simula um antigo armazém medieval. Cuidado, que há um rato junto aos sacos de farinha! Vejam se não vos morde. Ao longo do percurso vamos conhecendo, também, a passarola do padre Bartolomeu de Gusmão ou a epopeia dos Descobrimentos mas o ponto alto do “Lisboa Story Centre” é a reconstituição do grande terramoto de 1755, que arrasou a cidade. Numa sala fechada é projetado um filme de oito minutos que recria o fatídico dia 1 de novembro de 1755. As imagens, os sons e até o tremer da sala deixa-nos colados às cadeiras. Para os mais pequenos vai ser uma experiência única.

Depois, na sala ao lado, está o próprio Marquês de Pombal a trabalhar na reconstrução da cidade (em holograma). Uma mesa interativa com as plantas do Terreiro do Paço fará as delícias das crianças.

A viagem termina relembrando a modernidade da praça. No primeiro andar há exposições complementares a não perder, como a planta virtual da história de Lisboa. Dá para ficar horas a brincar nesta sala.

Na rua, depois da visita, passei pela Praça do Comércio e mostre aos seus filhos o Cais das Colunas ou a sala onde Fernando Pessoa tomava café no Martinho das Arcada. Ainda lá está a sua mesa, posta como se de lá tivesse saído há minutos.

É assim, uma praça de Lisboa cheia de história e um passeio divertidíssimo para um dia bem passado.
Mas há muito mais. Entre as realistas cenografias, e multimédia destaca-se a maqueta virtual que permite a cada um dos visitantes a interação  com os principais acontecimentos de Lisboa.

A visita é orientada por um sistema áudio-guia, disponível em 9 idiomas: português (com versão para crianças), castelhano, inglês, francês, italiano, alemão, russo, mandarim e japonês.

Mais informações: 211 941 027 / 916 440 827

Obs.: Entrada gratuita para crianças até aos 5 anos. Existe bilhete família, 18€ (2 adultos + 2 crianças). Última entrada às 19h.